Como poderemos defender um governo que não se defende?
Aliás, o problema é maior, como está dito no texto. Mesmo não nos representando, certas atitudes não podem ser aceitas passivamente por homens públicos e em ambientes coletivos ( público ), pois estimulam e naturalizam comportamentos preconceituosos, excludentes…, chegando as vias de tornar aquele que reage a tais agressões o “culpado”, “doente”, “estranho”, ……; Em breve, como já vem acontecendo, outras diferenças contrárias ao poder estabecido ( elite tradicional ) serão obrigadas a aceitarem qualquer ataque sem o direito a defesa.
Aconteceu juridicamente e o PT não reagiu ( a população pobre já passa por isso há muito tempo )! Está acontecendo verbalmente, e não estão reagindo! …..assim seguirá…., até onde?
Vc está certo, Edu
Um forte abraço!! ----- Geraldo Jr.
Agressão a Mantega: ou petistas reagem ou param de ir a redutos de rico casca-grossa
Em cerca de uma semana, dois ex-ministros dos governos Lula e Dilma foram alvos de baixarias em restaurantes: Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde de Dilma e ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais de Lula, e Guido Mantega, ministro do Planejamento de Lula e ministro da Fazenda de Dilma até o ano passado.
Mantega já fora vítima de agressão verbal em público em fevereiro, quando foi ao hospital Albert Einstein visitar um amigo doente. Padilha foi agredido verbalmente na semana retrasada no restaurante Varanda Grill, no bairro paulistano do Itaim Bibi.
As agressões físicas e morais em público por razões políticas não estão ocorrendo somente contra petistas de carteirinha ou membros de governos petistas. Cidadãos comuns vêm sendo agredidos mesmo que não tenham preferência pelo PT. Basta usarem alguma peça de roupa vermelha e passarem ao lado de grupos radicais de extrema-direita que deram de fazer ponto em bairros “nobres” de São Paulo com a finalidade de promoverem essas agressões contra qualquer um que seja “suspeito” de ser petista.
Desta vez, Mantega foi agredido em um restaurante, segundo reportagem da Folha de São Paulo:
“(…) Ao ouvir as primeiras provocações, o petista parou e perguntou quem havia falado com ele. Um senhor assumiu a autoria do comentário e disse que só não falaria mais em ‘respeito’ à mulher de Mantega. O ex-ministro tentou responder, mas foi interrompido por vaias. Dois clientes saíram em defesa do petista, pedindo ‘educação’ aos demais. O primeiro pediu que Mantega voltasse ao restaurante e o cumprimentou. O ex-ministro foi vaiado novamente e então deixou o local. Em seguida, uma senhora pediu que parassem com a provocação (…)”

